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Mostrando postagens de Novembro, 2016

Estamos prestando atenção em nossos jovens?

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Ontem pudemos acompanhar, em rede nacional, em um programa de grande veiculação, casos de cutting em adolescentes. Esta modalidade de automutilação acontece quando os jovens, sem saber como nem para quem podem exteriorizar seus dramas e suas dúvidas, recorre a algum objeto cortante e corta braços, pernas, barriga... qualquer parte do corpo que possa manter escondida dos adultos.

            Eles buscam, através da dor física aliviar e diminuir a dor mental. Mas você pode perguntar, que problema tem um adolescente? Vários. Bulliyng que muitas vezes se inicia dentro de casa mesmo ou na escola, famílias desestruturadas, decepções amorosas, fracasso escolar, competição com os amigos, entre outros.             Na maioria dos casos apresentados, os pais apenas perceberam isto quando a escola os informou. E você, pai, mãe, tio, madrinha, professor, coordenador... Está preparado para ouvir seu jovem de verdade, sem diminuir os sentimentos dele, como você mesmo gostaria de ser escutado quando te…

Como aprendemos?

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Semana passada conversamos sobre os estilos de aprendizagem doa alunos. Além das características individuais dos alunos, é bom levarmos em consideração as qualidades comuns na maioria dos seres humanos no que concerne à maneira de aprender. O psiquiatra americano Willian Glasser  (1925/2013) acreditava que o professor deveria ser um guia para o aluno e não  atuar como se fosse um chefe, onde a antiga frase “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, seria mais recorrente do que permitir ao aluno que aprenda questionando, duvidando e colocando suas idéias à prova. Segundo este profissional, aprendemos 70% mais se conversarmos, perguntarmos, debatermos, reproduzirmos... O índice aumenta ainda mais  quando podemos escrever, praticar, interpretar ou revisar algo. O máximo da possibilidade de aprender,  nos cerca quando explicamos o que entendemos a alguém, podemos generalizar ou resumir algo que aprendemos. Ou seja, quanto mais ensinamos, mais aprendemos.




Os métodos mais tradicionais como ape…

Modelos de aprendizagem

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Qual seria um dos sonhos de alguns professores? Feche os olhos e imagine... Uma sala com crianças e jovens quietos, sentados, anotando o que o professor diz, perguntando, de forma organizada, as dúvidas relativas à matéria... Quanta paz! Quanta sabedoria! Quanto conhecimento envolvido, gente? Mas PUF! Acorde do sonho, e vamos fazer a criançada a aprender da melhor forma possível! Sabe aquele aluno que parece estar em outro mundo, olhando para você (ou às vezes até com os olhos semicerrados... nada anota, nada pergunta...lê e fala de forma mais ritmada... Além de estar sonolento, ele pode ser um aluno que tem mais facilidade de aprender com o que ouve, típico de uma pessoa  com o modelo de aprendizagem auditivo. Com este aluno você deve inserir músicas na sala de aula, vídeo textos... Ele vai beneficiar-se muito destas alternativas. Do outro lado está aquele que anota tuuuudo desesperadamente. Não perde uma vírgula! Este sim é o bom aluno? Não, ele apenas tem uma modalidade de aprendizag…