domingo, 23 de dezembro de 2012

Feliz Natal e próspero ano novo!


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Perguntas e respostas sobre TDAH.


1) Meu filho teve diagnóstico de TDAH, feito por médico; tem atendimento psicológico, aulas particulares com psicopedagoga, está na 6ª série e usa Ritalina. Quando chega o final do ano, ele sabe que vai ser reprovado, porque sabe do seu aprendizado. O que você acha da aprovação ou reprovação do meu filho?
TZ – Você está fazendo o quer deve ser feito em tais casos. O tratamento do TDAH deve ser sempre múltiplo: médico, psicológico, psicopedagógico e afetivo. No entanto, a pergunta não menciona a idade da criança - imagino que esteja em torno de entre 12/14 anos. Também não é referido o tempo de tratamento. Com tão poucos dados, só o que posso afirmar é que os resultados são demorados, dependendo inclusive do tempo de escolaridade que ele tinha quando o diagnóstico foi feito. Quanto mais cedo, maiores chances de bons resultados em menor tempo; quanto mais tarde maiores, podem já ter sido já os danos relacionados à aprendizagem. Portanto, o que se deve fazer é persistir no tratamento, que é de longo prazo. Por outro lado, as condições do aluno para fins de aprovação ou não dependem dos objetivos que a escola traçou. Não há possibilidade de um aluno ser aprovado sem atingir o mínimo de objetivos estipulados para aquela série ou disciplina – sob a alegação de ser ele portador de TDAH. O transtorno não afeta a inteligência, mas sim a capacidade de responder adequadamente aos estímulos. Seria injusto dar tratamento desigual aos alunos, poderia gerar revolta ou outros problemas sérios para ele e/ou os colegas. Por outro lado, é importante conversar na escola sobre o problema do seu filho – se é que ainda não o fez - o ideal é que a escola esteja a par do problema para a ele se associar na tentativa de recuperar o aluno.
2) Meu sobrinho tem TDAH, mas é excelente no computador e joguinhos, mas o pai vendeu o computador porque o menino ficava muito tempo e a conta de telefone ficou altíssima. O menino piorou muito na escola e no geral, a partir daí. Se o pai tivesse deixado o computador, ele não teria melhorado?
TZ – Provavelmente sim, mas é impossível afirmar com total certeza. O que já se sabe é que a TDAH não é um problema de inteligência, mas que pode trazer como conseqüência problemas na aprendizagem (30% dos portadores de TDAH têm também problemas de aprendizagem). O tratamento psicopedagógico e psicológico que tem oferecido melhores resultados nesses casos utilizam métodos cognitivo-comportamentais. E nesse trabalho o incentivo a cada pequeno progresso é fundamental; fazer a criança acreditar em si e vencer pequenas etapas a cada dia é essencial; portanto, posso crer que se o pai tivesse tido uma atitude mais racional, poderia ter dosado o uso do computador de forma mais inteligente e utilizado, por exemplo, como um prêmio (já que o menino tanto gosta) a cada vitória ou comportamento adequado que o filho fizesse, por exemplo, nas tarefas escolares.
3) Qual a diferença entre TDA e H?
TZ - TDA é a sigla para “transtorno do déficit de atenção” e H, a inicial de hiperatividade. TDA/H quer dizer, portanto, transtorno do déficit da atenção/hiperatividade. Alguns usam também TDAH-I, transtorno do déficit de atenção/hiperatividade/impulsividade. São os tipos mais comuns do transtorno, como vimos na palestra.
4) Além dos testes de observação há exame “biológico”, de sangue, por exemplo?
TZ – Os médicos costumam usar o eletroencefalograma. De sangue, não tenho conhecimento. A observação, no entanto, ainda é o mais importante.
5) O TDAH pode ser confundido com outras doenças?
TZ - Sim. Autismo, depressão infantil, ansiedade, hipertireoidismo, dislexia, transtornos de aprendizagem, deficiência auditiva, epilepsia, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno bipolar ou mania e inquietação típica da idade.
6) Existe hiperatividade apenas mental, isto é, excesso e diversidade do pensamentos desfocados do assunto de aula, porém com comportamento adequado em classe?
TZ - Talvez essa criança tenha TDA (transtorno do déficit de atenção) do tipo “desatento” . em todo caso não deixe de observar se ela apresenta tal atitude em todas as aulas e em pelo menos mais um ambiente (sua casa, por exemplo).
7) A criança prematura, nascida sem sofrimento fetal, tem mais possibilidade de ter a síndrome?
TZ - trata-se de um transtorno neurobiológico, portanto pode acometer qualquer pessoa. Pessoalmente não conheço nenhum estudo que fale de uma maior incidência em prematuros.
8) Problemas familiares podem causar hiperatividade ?
TZ - Ainda não se tem certeza absoluta quanto às causas do TDAH. O que se tem hoje é uma série de estudos que apontam em algumas direções. Uma delas seria “problemas de desajustes familiares”; mas volto a lembrar que em geral são várias as causas que, agindo em conjunto podem determinar o aparecimento do transtorno, mas claro naquelas crianças que tenham “possibilidade” de desenvolver a doença.
9) O psicopedagogo sozinho tem condições de trabalhar a criança com TDAH com bons resultados?
TZ - Os estudos apontam a necessidade de se trabalhar em várias frentes, como foi abordado na minha palestra -ações conjuntas da família, professores, psicopedagogo e médico ou psicólogo -, para que se obtenha melhores resultados.
10) Qual a atitude adequada do professor: se ele não der importância a falta de limites da criança com TDAH, como ficarão as demais?TZ - Não se trata de não dar importância, mas de agir de forma efetiva e vindo ao encontro das necessidades dessa criança. Nesses casos o professor deve entre outras coisas dar-lhe atenção especial, colocando-as sempre próximas a ele em sala; programar tarefas específicas, com níveis pequenos de dificuldades crescentes, sempre dentro das possibilidades do aluno; incentivar cada pequeno progresso ou acerto; apresentar tarefas que possam ser executadas em pouco tempo; acompanhar o mais possível a execução, e ir dando pequenos incentivos (estímulos positivos) a cada acerto (comportamental e cognitivo) são algumas das sugestões.
11) Se a família e a escola estão sendo orientadas a trabalhar de forma “pavloviana”, onde a criança vai trabalhar os conflitos emocionais acarretados pelo distúrbio?TZ - Como explicitei na palestra, o tratamento deve ser multidisciplinar, o que significa que tanto o psicólogo/psiquiatra pode utilizar a metodologia que julgar mais adequada. No entanto, os estudos científicos têm demonstrado que a criança responde melhor quando se utilizam métodos cognitivo-comportamentais, que estão muito mais para Skinner (condicionamento operante) do que para Pavlov (condicionamento clássico).
12) Uma criança com TDAH desde pequena pode aprender sozinha informática e ser “fera” aos 14 anos, tendo sido expulsa da várias escolas em toda sua vida escolar?
TZ - O TDAH não é um problema de aprendizagem, mas sim de realização. Quer dizer, a criança tem inteligência normal, pode aprender qualquer coisa, especialmente se estiver motivada e bem conduzida.
13) O que fazer se nós na escola alertamos a família para o problema e a família diz que a criança não tem nada, é só um pouco de agitação, é esperta, inteligente, etc.?
TZ - O diagnóstico tem que ser feito não apenas na escola, mas pelo menos em dois ambientes, nos quais a criança deve ser observada durante pelo menos 6 a 8 semanas, seguindo fichas de observação como as que apresentei na conferência. Portanto, se há discordância, é preciso rever – de ambos os lados – essa observação. Quanto ao que a família afirma, de fato, crianças com TDAH têm inteligência normal, são espertas e agitadas. Não se trata de uma “briga” entre família e escola, mas sim de fazer a observação de forma eficiente, para que o diagnóstico possa ser de fato seguro. Aconselho novo contato com os pais e uma proposta de nova observação em que ambas as partes utilizem fichas de acompanhamento iguais, pelo prazo de mais 4 semanas, quando nova reunião deverá ser feita, para análise dos dados encontrados por ambas as partes.
14) A maneira de diagnosticar o aluno com Síndrome de Down e hiperatividade é a mesma?
TZ - Sim, os mesmos instrumentos de diagnóstico valem para crianças com ou sem síndrome de Down.
15) É mais comum na Síndrome de Down o TDAH ?
TZ - 30% das crianças com Síndrome de Down apresentam também TDAH, portanto a incidência é sim mais alta do que nas não portadoras.
TANIA ZAGURY

FONTE:http://www.taniazagury.com.br/duvidas.asp?cdc=2966

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O que são os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD)?


Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.
Os TGD englobam os diferentes transtornos do espectro autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett.
Com relação à interação social, crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Algumas evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas. Podem estabelecer contato por meio de comportamentos não-verbais e, ao brincar, preferem ater-se a objetos no lugar de movimentar-se junto das demais crianças. Ações repetitivas são bastante comuns.
Os Transtornos Globais do Desenvolvimento também causam variações na atenção, na concentração e, eventualmente, na coordenação motora. Mudanças de humor sem causa aparente e acessos de agressividade são comuns em alguns casos. As crianças apresentam seus interesses de maneira diferenciada e podem fixar sua atenção em uma só atividade, como observar determinados objetos, por exemplo.
Com relação à comunicação verbal, essas crianças podem repetir as falas dos outros - fenômeno conhecido como ecolalia - ou, ainda, comunicar-se por meio de gestos ou com uma entonação mecânica, fazendo uso de jargões.
Como lidar com o TGD na escola?
Crianças com transtornos de desenvolvimento apresentam diferenças e merecem atenção com relação às áreas de interação social, comunicação e comportamento. Na escola, mesmo com tempos diferentes de aprendizagem, esses alunos devem ser incluídos em classes com os pares da mesma faixa etária.

Estabelecer rotinas em grupo e ajudar o aluno a incorporar regras de convívio social são atitudes de extrema importância para garantir o desenvolvimento na escola. Boa parte dessas crianças precisa de ajuda na aprendizagem da autorregulação.
Apresentar as atividades do currículo visualmente é outra ação que ajuda no processo de aprendizagem desses alunos. Faça ajustes nas atividades sempre que necessário e conte com a ajuda do profissional responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE). Também cabe ao professor identificar as potências dos alunos. Invista em ações positivas, estimule a autonomia e faça o possível para conquistar a confiança da criança. Os alunos com TGD costumam procurar pessoas que sirvam como 'porto seguro' e encontrar essas pessoas na escola é fundamental para o desenvolvimento.

FONTE:http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/transtornos-globais-desenvolvimento-tgd-624845.shtml


EXTRAÍDO DO SITE:
http://www.psicodiagnosis.es/areaclinica/trastornossocialesintelectuales/tgdcaracteristicas/index.php

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

SORTEIO DE 2 TELEMENSAGENS - PROMOÇÃO DE NATAL

O Blog Psicopedagogia On line para todos, está com uma belíssima promoção esse mês, em parceria com a Luna Telemensagens e Cestas, (21)3292-5088 e 8607-2177,  estamos presenteando o ganhador do sorteio com 2 telemensagens. Como todos sabem, natal é tempo de comemorarmos em família o nascimento de Jesus, aquele que veio ao mundo para nos salvar e ensinar à amar uns aos outros! Por essa data ser tão especial, resolvi escolher algo que pudesse demonstrar carinho e amor pelo nosso próximo. Servirá tb para aqueles que queiram fazer as pazes e até mesmo demonstrar através de palavras, sentimentos como amor, amizade, agradecimento! Desejo um feliz natal e um próspero ano novo repleto, de paz, amor e alegria! Deus abençoe a todos nós e derrame uma chuva de bençãos nesse novo ano que se aproxima!

Regulamento para participar da promoção:

01- O sorteio será de 2 telemensagens, onde 1 será do blog para o ganhador e a outra mensagem, o ganhador poderá escolher quem quiser para passar a telemensagem. De qualquer lugar do Brasil, sendo que a ligação terá que ser para um número convencional.
02- Para participar você deve curtir a página do blog psicopedagogia on line para todos, a página do facebook e compartilhar o post que se encontra no facebook. O compartilhamento deve ser em modo público, para eu ter acesso ao compartilhamento!
03- O sorteio será no dia 23 de dezembro. E o ganhador terá do dia 24 até o dia 30 de Dezembro de 2012 para passar a telemensagem.
04- Preencha o formulário abaixo.

Boa sorte!!





quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Dicas para construir o hábito da leitura


A coisa mais simples e também a mais importante que os adultos podem fazer para ajudar as crianças na fase da Pré ou Alfabetização, a criarem o hábito de buscarem o conhecimento do qual elas irão precisar, para serem bem sucedidas na vida pessoal e profissional, é simplesmente ler alto para elas, começando com isto desde cedo.
A habilidade para ler e entender o que está escrito capacita as crianças a serem auto suficientes, a serem melhores estudantes, mais confiantes, levando-as desse modo às melhores oportunidades na vida profissional e a uma vida mais divertida, tranquila e agradável.

Veja a seguir: As Nove Pequenas Coisas que os Pais, Avós, Professores e outros parentes dispostos a ajudar, podem fazer para auxiliar as Crianças a aprenderem e a criar gosto pela leitura.
  1. Leia em Voz Alta, para seu filho diariamente. Do nascimento até os seis meses, ele provávelmente não vai entender nada do que você está lendo, mas tudo bem assim mesmo. 
    A idéia é que ele fique familiarizado com o som de sua voz e se acostume a ver e a tocar em Livros.

  2. Para começar, use Livros Ilustrados sem textos ou com bem poucas palavras. Aponte para as cores e figuras e diga seus nomes. Livros simples podem ensinar a criança coisas que mais tarde vão ajudá-la a aprender a ler. 
    Por exemplo, ela aprenderá sobre a estrutura da linguagem - que existem espaços entre as palavras e que a escrita vai da esquerda para a direita.

  3. Conte Histórias. Encoraje sua criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir. Pergunte-lhe se pode adivinhar o que vai acontecer em seguida conforme for contando a história, com os personagens ou coisas da trama. Aponte para as coisas no livro que ela possa associar com o seu dia a dia. "Veja este desenho de macaco. Você lembra do macaco que vimos no Circo?"
  4. Procure por Programas de Leitura. Se você não for um bom leitor, programas voluntários ou governamentais, na sua comunidade ou cidade, voltados para o desenvolvimento da leitura, lhe darão a oportunidade de melhorar sua própria leitura ou então ler para seu filho. Amigos e parentes podem também ler para seu filho, e também pessoas voluntárias que na maioria dos centros comunitários ou outras instituições estão disponíveis e gostam de fazer isso.
  5. Compre um Dicionário Infantil. Procure por um que tenha figuras ao lado das palavras. Então começe a desenvolver o hábito de brincando com a criança, provocá-la dizendo frases tais como: "Vamos descobrir o que isto significa?"
  6. Faça com que Materiais de Escrever, tais como lápis, giz de cera, lápis coloridos, canetas, etc, estejam sempre disponíveis e a vista de todos.
  7. Procure assistir programas Educativos na TV e Vídeo. Programas infantis onde a criança possa se divertir, aprender o alfabeto e os sons de cada letra.
  8. Visite com frequencia uma Biblioteca. Começe fazendo visitas semanais à biblioteca ou livraria quando seu filho for ainda muito pequeno. Se possível cuide para que ele tenha seu próprio cartão de acesso e empréstimo de livros. Muitas bibliotecas permitem que crianças tenham seus próprios cartões personalizados com seu nome impresso, caso ela queira, exigindo apenas que um adulto seja o responsável e assine por ela.
  9. Leia você mesmo. O que você faz serve de exemplo para o seu filho.




Site:http://sitededicas.ne10.uol.com.br/artigo1at.htm

Fonte:
U.S. Department of Education/Helping Your Child Get Ready For School series

Tradução: Ester de Cartago, para o Site de Dicas. 


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Extra - Visite o blog de moda, com roupas da confecção da minha amiga Vivian Leite!

Meninas,

Boa noite,

Hoje venho pedir à todas vcs que visitem o blog da minha amiga Vivian Leite. Ela fabrica em sua confecção, roupas lindas e com tamanhos especiais, chamada plus size!

Vivi boa sorte! Vc arrasa e suas roupas vestem super bem! Parabéns que vc tenha mt sucesso!!

http://lubonitamodas.blogspot.com.br/





segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

RESULTADO DA GANHADORA DO KIT PSICOPEDAGÓGICO

Venho anunciar a sortuda do sorteio KIT PSICOPEDAGÓGICO! Parabéns Luciany Pereira Soares! E obrigada por participar da promoção. Aguardo seu contato para enviar seu kit!